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Investimento

Bitcoin “ignora”coronavírus e salta 72% no semestre

A maior criptomoeda do mundo não conseguiu fugir do pânico que atingiu os investidores em março, quando estourou a pandemia do novo coronavírus. Mas a crise para o ativo digital durou pouco. O Bitcoin, em dólar, subiu mais de 30% apenas em janeiro, registrando seu melhor primeiro mês de ano desde 2013. Mas esse bom humor deu lugar a um grande estresse vindo dos mercados tradicionais quando a Covid-19 começou a se espalhar pelo mundo.
A criptomoeda caiu 25% em março, porém, se descolando do visto em outros mercados, o Bitcoin se recuperou muito rápido e no fim de abril já havia recuperado seu patamar pré-pânico.
Segundo o site de notícias econômicas Infomoney, a criptomoeda ficou entre os ativos de melhor desempenho no primeiro semestre deste ano, acumulando valorização de 26,85%. No Brasil, por conta também da disparada de 35% do dólar contra o real, o Bitcoin teve um desempenho ainda melhor, avançando 72%, para R$ 49.900.
E para alguns analistas, este pode ser apenas o início de um movimento mais forte de alta. O Infomoney destaca a escalada pode ocorrer por conta de um importante evento que acontece de quatro em quatro anos e ocorreu em maio, o halving. Com uma redução de 50% na recompensa dos mineradores, houve um grande choque na oferta de novos bitcoins no mercado, o que tende a criar uma pressão de alta nos preços.
Apesar disso, segundo o site, normalmente, leva um tempo para os impactos desta pressão se mostrarem no mercado. Historicamente, o Bitcoin demora cerca de 12 meses para subir após o halving. Na última vez que isso aconteceu, entre 2016 e 2017, a criptomoeda bateu sua máxima histórica de US$ 20 mil.
“Todo mundo que era do mercado já antecipava que o pós-halving não traria efeitos imediatos no preço. Geralmente demora alguns meses, talvez mais um semestre para que as coisas se ajustem e um novo patamar de preço seja estabelecido”, afirma Thiago Cesar, CEO da Transfero Swiss AG.
Já Safiri Felix, diretor executivo da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), ressalta que o halving foi o principal fator para a recuperação rápida do Bitcoin, mas concorda que os impactos de alta no preço devem demorar mais um pouco. “Agora o preço está lateralizado, com uma certa dificuldade de superar o patamar dos US$ 10 mil, algo que eu acredito que deve acontecer em breve considerando o fluxo das últimas semanas”, afirma Safiri ao Infomoney.

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